A competitividade da indústria brasileira foi o tema da Plenária ACIJ realizada na última segunda-feira, dia 19 de outubro. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), José Velloso, conduziu a palestra “Como ficar mais competitivo”, abordando desafios como juros, custos de produção, concorrência externa, produtividade e infraestrutura.
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A programação contou ainda com o Espaço Empresarial, com apresentação do Hospital Dona Helena, que completa 110 anos de atuação. O diretor-geral da instituição, José Tadeu Chéchi, apresentou a trajetória do hospital, destacando os serviços oferecidos e as especialidades clínicas, que prestam um atendimento de excelência para a comunidade.
“Referência em saúde em Santa Catarina, o Dona Helena se orgulha pelos valores centrados na inovação e tecnologia, na qualidade e no atendimento humanizado”, destacou o diretor-geral José Tadeu Chéchi.
Ao final da apresentação, o presidente da ACIJ, André Daher, e os vice-presidentes presentes prestaram homenagem ao Hospital Dona Helena, que é uma empresa associada à entidade. E após o encerramento da plenária, os participantes foram convidados para um coquetel oferecido pelo Hospital Dona Helena, momento relevante para construção e reforço de conexões e parcerias.
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AGENDA PERMANENTE DE COMPETITIVIDADE
Na palestra “Como ficar mais competitivo”, o presidente da ABIMAQ, José Velloso, apontou a perda de dinamismo da indústria brasileira e o avanço da dependência de máquinas e tecnologias importadas.
Para reverter esse quadro, a ABIMAQ defende uma agenda permanente de competitividade, estruturada em quatro frentes: estabilidade macroeconômica, melhoria do ambiente de negócios, formação de profissionais e ampliação do investimento produtivo.
Entre as metas propostas estão elevar a taxa de investimento, fortalecer a indústria de transformação e ampliar a qualificação técnica. A apresentação também destacou a necessidade de governança público-privada, metas verificáveis e acompanhamento contínuo para dar continuidade às políticas.
A mensagem aos empresários foi que a competitividade também depende de mudanças dentro das próprias empresas. O presidente da ABIMAQ recomendou preparar equipes, simplificar e medir processos, fortalecer a gestão e adotar tecnologias — como automação, análise de dados e inteligência artificial — para resolver problemas concretos. A proposta é integrar pessoas, processos, gestão e tecnologia para elevar a produtividade, reduzir desperdícios e responder melhor às mudanças do mercado.
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