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Curso: Produtividade e Redução de Custos na Indústria – Academia Indústrial

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Vagas Limitadas!

Curso: Produtividade e Redução de Custos na Indústria – Academia Indústrial

Um método completo: processo, produto, priorização e liderança, na mesma turma.

 

Dias 09 e 30 de Novembro. Das 09h às 18h

Carga Horária: 16horas – 2 encontros de 8 horas imersivas.

Plano de execução: 90 dias de acompanhamento para as empresas com colaboradores inscritos.

 

Desenhado para líderes que precisam elevar a produtividade e reduzir custos sem comprometer qualidade, segurança ou prazos, este curso oferece um método completo de gestão, indo além de ferramentas isoladas. O programa cobre todo o ciclo de redução de custos em 4 frentes complementares:

  • Oportunidades de Processo: Identificação de gargalos e desperdícios operacionais.
  • Oportunidades de Produto: Otimização de materiais, componentes e concepção.
  • Solução e Priorização: Aplicação de método estruturado para tratar a causa raiz.
  • Sustentabilidade do Resultado: Engajamento da liderança e consolidação na rotina diária.
Público-alvo: 
  • O público prioritário são supervisores experientes, coordenadores, analistas plenos e seniores, engenheiros e gestores de Produção, PCP, Qualidade, Logística, Manutenção, Engenharia, Compras e Supply Chain. Diretores e gerentes podem participar, mas o melhor resultado vem de quem domina o processo e poderá conduzir as ações depois do treinamento.
  • A recomendação é inscrever de duas a quatro pessoas por empresa, conectando áreas que influenciam o mesmo fluxo. Isso transforma o curso em uma frente de melhoria, e não em uma capacitação individual.
Requisitos mínimos de participação:
  • Atuar em ambiente industrial ou em área de suporte direto à operação.
  • Ter pelo menos um ano de vivência prática na indústria e domínio básico de Excel.
  • Levar um processo, problema ou oportunidade real para a missão de campo.
  • Ter acesso a dados básicos da área: produção, perdas, retrabalho, paradas, custo, prazo ou estoque.
  • Participar dos dois encontros e executar o diagnóstico entre as etapas.
  • Não é indicado como primeira formação para estudantes sem vivência industrial, profissionais sem acesso à operação ou participantes que não possam aplicar o diagnóstico de campo.
 Conteúdo:

Um método completo. As duas primeiras frentes ensinam a enxergar a oportunidade no processo e no produto. A terceira ensina a escolher e tratar as causas raízes por primeiro. A quarta garante que o ganho permaneça depois do trabalho concluído.

  1. Identificação de oportunidades em processo: Enxergar a perda e onde ela acontece na operação.
  2. Identificação de oportunidades em produto: Reduzir custo dos componentes e consequentemente do produto.
  3. Priorização e tratativa da causa: Atacar primeiro o que gera mais resultado.
  4. Postura da liderança: Sustentar o ganho depois que trabalho for concluído.

FRENTE 1 – Identificação de oportunidades de Processo: Enxergar a perda onde ela acontece, na operação, antes de decidir onde agir.

ENXEGAR A PERDA

  • Mapeamento do Fluxo de Valor (VSM): Desenha o fluxo ponta a ponta e expõe esperas, estoques e etapas sem valor.
  • OEE: Disponibilidade × performance × qualidade. Onde o equipamento perde capacidade.
  • Os 8 desperdícios do Lean: Transporte, estoque, movimentação, espera, defeitos e mais, cada um com custo. Diagrama de Ishikawa: Separa causa raiz de sintoma antes de qualquer corte de custo.

FRENTE 2 – Identificação de oportunidades de Produto: Reduzir custo das peças e da montagem no projeto, na especificação e na decisão de fornecimento.

PROJETO E CONCEPÇÃO 

  • Engenharia de Valor (VAVE): Revisa cada componente pela relação função × custo, cortando o que não agrega valor.
  • Custo-meta (Target Costing): Define o custo-alvo do produto já na fase de projeto, antes de desenhar a solução.
  • Design for Manufacturing (DFM): Projeta pensando no processo de fabricação. Menos etapas, menos refugo.
  • Design for Assembly (DFA): Reduz o número de peças e a complexidade de montagem da linha.

ARQUITETURA, ESPECIFICAÇÃO E SOURCING

  • Padronização de componentes: Peças comuns entre produtos e famílias. Mais escala de compra, menos estoque.
  • Modularização e plataformas: Reaproveita módulos entre produtos, diluindo custo de desenvolvimento.
  • Substituição de materiais: Troca por material tecnicamente equivalente, porém mais barato.
  • Should-cost analysis: Compara o custo real pago ao fornecedor com o custo teórico de fabricação.

FRENTE 3- Priorização e tratativa da causa: Depois de enxergar as oportunidades, escolher a certa primeiro e tratar a causa, não o sintoma.

PRIORIZAR

  • Análise de Pareto (curva ABC): 20% das causas costumam responder por 80% do custo. Foco imediato.
  • Teoria das Restrições (TOC): Identifica o gargalo que limita todo o sistema. Ganho fora dele não conta.
  • Matriz de priorização: Ordena oportunidades por impacto financeiro, esforço, prazo e risco.
  • Custeio Baseado em Atividades (ABC): Aloca custo indireto por atividade real. Mostra o que de fato consome margem.

ATACAR A CAUSA

  • TPM e análise de quebras: Reduz o custo maior e mais imprevisível da manutenção reativa.
  • SMED: Troca rápida de ferramenta. Ataca a perda de capacidade no setup.
  • FMEA: Prioriza risco por severidade, ocorrência e detecção antes que o custo aconteça.
  • 5S e gestão à vista: Expõe perdas de tempo, busca e erro que a planilha financeira não mostra.

FRENTE 4 – Postura da liderança: Ferramenta boa não sustenta resultado sem rotina de gestão. O que se espera de quem lidera a área.

PRESENÇA NA OPERAÇÃO:

  •  Gemba: Ir ao chão de fábrica regularmente. Decidir pelo que vê, não só pelo relatório.
  • Rotina diária de gestão: Liderar ou participar das reuniões curtas de início de turno.
  • Gestão à vista ativa: Usar o quadro da área para decidir, não apenas para exibir números.
  • Escalonamento rápido: Remover barreiras que a equipe não consegue resolver sozinha.

DECISÃO BASEADA EM DADOS: 

  • Priorizar por impacto: Sair do modo “apagar incêndio” para o modo gestor de desempenho.
  • Exigir causa raiz: Não aceitar a mesma solução paliativa se repetindo mês após mês.
  • Poucos indicadores, bem acompanhados: Evitar painéis bonitos que existem, mas não geram ação.
  • Padronizar o que funciona: Transformar solução pontual em rotina. Não deixar reverter.

PESSOAS E SUSTENTAÇÃO:

  • Envolver a equipe: Quem executa participa da identificação e da solução, não só recebe a ordem.
  • Comunicar os ganhos: Reforçar publicamente o que está funcionando, para sustentar o engajamento.
  • Proteger o tempo de melhoria: Defender a agenda de melhoria contínua mesmo sob pressão de entrega.
  • Dar o exemplo: Cumprir a própria rotina de gestão antes de cobrar da equipe.

Resultados esperados:

  • Diagnóstico inicial da área, com perdas e custos controláveis mapeados.
  • Identificação de um gargalo prioritário e estimativa de impacto financeiro.
  • Painel essencial de indicadores operacionais.
  • Plano de ação de 90 dias, com responsáveis, prazos e rotina de acompanhamento.
Instrutores: 
Carlos Rosa

Liderança, RH executivo, sucessão e transformação organizacional

Carlos Rosa é Partner e Head Regional Santa Catarina da Odgers Berndtson Brasil, com trajetória executiva em Tecnologia da Informação e Recursos Humanos em empresas como Whirlpool/Embraco, Athletic e Prati-Donaduzzi. É formado em Processamento de Dados e Direito, com pós-graduações em Gestão Empresarial pela FGV e em Gestão de Comportamento Organizacional. Conselheiro certificado pelo IBGC, é especialista em gestão de mudanças, sucessão, transição de carreira, liderança e desenvolvimento organizacional. Na Academia Industrial, atua na formação de líderes e no fortalecimento da gestão de pessoas para o ambiente industrial.

Enderson Scolari

Lean Manufacturing, melhoria contínua e produtividade industrial

Enderson Scolari é consultor e sócio na CICONSULTING, com atuação voltada à excelência operacional, melhoria contínua, produtividade e desenvolvimento de métodos de gestão para ambientes industriais. Engenheiro Mecânico, pós-graduado em Lean Manufacturing pela Sociesc, consultor Lean pelo Kaizen Institute e professor de pós-graduação em Lean na PUC/PR, reúne experiência prática em projetos de transformação produtiva, padronização, organização de processos e fortalecimento da cultura de melhoria. Na Academia Industrial, contribui para a formação técnica e prática em Lean, gestão da produção e aumento de eficiência operacional.

Ivan Tomaz

Manufatura, processos industriais e excelência operacional

Ivan Tomaz possui trajetória vinculada à indústria, com experiência pública associada à EMBRACO em Joinville e atuação em manufatura. Seu perfil está relacionado a diagnóstico industrial, projetos de manufatura, suporte à excelência operacional e melhoria contínua. Com vivência prática de chão de fábrica e processos produtivos, contribui para a conexão entre método, execução e realidade operacional. Na Academia Industrial, atua no desenvolvimento de conteúdos ligados à manufatura, produtividade, processos industriais e formação prática de especialistas para a indústria.

André Calegari Corrêa

Gestão de pessoas, processos, Lean, TPM e confiabilidade operacional

André Calegari Corrêa é profissional com atuação em gestão de pessoas e processos, melhoria operacional, Lean, TPM, mapeamento da cadeia de valor e eliminação de perdas e desperdícios. Seu perfil público destaca vivência prática em ambientes industriais, condução de iniciativas kaizen e desenvolvimento de equipes para ganhos sustentáveis de produtividade. Na Academia Industrial, contribui nos temas de gestão operacional, melhoria contínua, confiabilidade, disciplina de execução e formação de lideranças preparadas para transformar a rotina da fábrica em resultado.

Aqui está o texto do perfil do Ricardo adaptado para seguir exatamente a mesma estrutura narrativa do perfil do Ivan:

Ricardo Otharan

Estratégia, inovação, tecnologia e projetos industriais

Ricardo Otharan possui trajetória em tecnologia, desenvolvimento de produtos, liderança de projetos e consultoria de negócios no ambiente industrial. Engenheiro Mecânico e especialista em Engenharia de Produção pela UFRGS, seu perfil está relacionado à estratégia, inovação, engenharia de produto, gestão de projetos e desenvolvimento de negócios. Com vivência técnica e executiva, contribui para a conexão entre visão estratégica, tecnologia e execução. Na Academia Industrial, atua conectando esses pilares aos desafios concretos das empresas industriais.

Investimento:
  • Colaborador(a) de empresas associadas R$ 1.290,00
  • Nucleados: R$1.160,00
  • Não associados R$ 1.790,00

Desconto de 10% para grupos de 3 ou mais colaboradores (47 3407-6214)

Formas de Pagamento:
  • PIX
  • Cartão de crédito em até 12x
  • Boleto à vista (consulte formas de parcelamento para empresas associadas);

Obs.: Estudantes e PNE podem fazer a inscrição pelo preço de associado.

Vagas Limitadas!!!

Informações:

Whats: 47 3407-6214

capacitacao@acij.com.br

 

Em razão de custos assumidos para a realização deste treinamento, informamos:

  • Desistência (sem ônus) deverá ser formalizada em até 72h antes da realização do treinamento;
  • Desistência anterior à 24h da realização do treinamento:
  • Ocorrido pagamento, será devolvido o valor de 80% da inscrição;
  • Em caso de não pagamento, será enviado a cobrança da taxa de cancelamento no valor de 20% da inscrição.
  • A ACIJ reserva-se o direito de cancelar o evento caso não atinja o número mínimo necessário de participantes para realização. Neste caso, a ACIJ comunicará todos os inscritos (por e-mail e/ou telefone) e a plataforma Sympla fara a devolução integral dos valores pagos pela inscrição.

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